O Procurador Geral, Francisco Cruz, designou, na última terça-feira, a Promotora de Justiça, Silvana Nobre, para proceder a análise dos recursos interpostos a propósito dos cálculos da Parcela Autônoma de Equivalência. Ao todo são 276 beneficiados, entre membros, ex-membros e pensionistas. Trata-se de um direito aprovado pelo Conselho Nacional do Ministério Público, reconhecido judicialmente pelo STF e alcança o período de 1984 a 2002.


"Como os recursos versam sobre a metodologia de cálculo, estou certo de que a matéria não envolve maiores questionamentos. A judicialidade e periodicidade do benefício já foram reconhecidos pela administração, apenas os valores podem ser alterados. Qualquer que seja o novo cenário, continuaremos a honrar o pagamento dentro da realidade orçamentária e financeira da casa", disse o Procurador Geral.

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