O Coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), Promotor de Justiça Carlos Fábio Braga Monteiro, informou que, referente à matéria publicada na edição de 11/03/2014 do Jornal A Crítica, caderno Cidades, acerca de que um dos denunciados na Operação Agni seria juiz há mais de 10 anos, a denúncia embasou-se em documentos oficiais e atualizados enviados pela Junta Comercial do Estado do Amazonas, de informações promovidas na Rede Infoseg e no site eletrônico da Receita Federal do Brasil, constando, neste último, o dado de que a empresa Previncêndio está ativa.

Nesses documentos, o denunciado, objeto da reportagem aparece como sócio da empresa Previncêndio, com 25% das cotas, e é identificado com Identidade Funcional do Corpo de Bombeiros deste Estado. Em nenhum momento houve, pelo que nos foi enviado da Junta Comercial, sua exclusão da referida sociedade empresarial, valendo, portanto, sua condição de sócio da empresa sob investigação.

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