Capacitação promovida via Nupia visa implementar projetos voltados à cultura da paz e à resolução consensual de conflitos no município

Nesta segunda-feira (18/05), o Ministério Público do Amazonas (MPAM), por meio da Promotoria de Justiça de Novo Aripuanã, iniciou a formação de facilitadores em Justiça Restaurativa (JR) para a implantação de três projetos no município. A programação segue até quinta-feira (21/05).

A iniciativa é conduzida pelo Núcleo Permanente de Incentivo à Autocomposição (Nupia, antigo Nupa) e tem como objetivo aperfeiçoar a implementação dos projetos Escola em Paz, Acolhendo Vozes e Novos Caminhos. As ações buscam promover, de forma gradual, a cultura da paz nas instituições de ensino, além de aplicar práticas restaurativas junto a grupos de vítimas de violência doméstica e familiar contra a mulher.

De acordo com a promotora de Justiça Jéssica Vitoriano Gomes, a formação é essencial para a execução dos projetos, que, apesar de possuírem objetivos específicos distintos, compartilham o propósito de promover a pacificação de conflitos por meio da participação ativa das pessoas envolvidas.

“Trata-se de uma forma mais democrática de acesso à Justiça, em que as pessoas deixam de ser apenas destinatárias das decisões e passam a participar ativamente da construção de soluções para os conflitos que vivenciam”, destacou a promotora.

A Justiça Restaurativa é um modelo de resolução de conflitos baseado no diálogo, na escuta e na responsabilização consciente dos envolvidos. A implementação dos projetos é resultado da atuação integrada de diferentes setores do Ministério Público do Amazonas.


Texto: Sabrina Azevedo
Foto: Divulgação/MPAM

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